A nova agência do Banco Mumbuca no Barroco, em Itaipuaçu, marca um avanço estratégico para a economia solidária de Maricá. Inaugurada nesta quinta-feira pela Secretaria de Economia Solidária e Empreendedorismo Social, a unidade surge para descentralizar o atendimento e garantir que os moradores do distrito que mais cresce na cidade tenham acesso direto aos serviços da moeda social sem a necessidade de deslocamento até o Centro. Desde sua fundação em 2017, o Banco Mumbuca se consolidou como a espinha dorsal de políticas públicas essenciais, como o Renda Básica de Cidadania, e a expansão para o Barroco reflete o compromisso da gestão em acompanhar o desenvolvimento demográfico da região com infraestrutura de suporte ao cidadão.
O secretário Matheus Gaúcho reforçou que a iniciativa é uma ferramenta de democratização, permitindo que a população utilize a moeda social no seu cotidiano de forma muito mais prática. Essa visão é compartilhada pelo coordenador-executivo Diego Quaquá, que vê na nova agência uma resposta necessária ao crescimento acelerado de Itaipuaçu, unindo o progresso urbano ao fortalecimento das políticas sociais. O espaço, segundo a presidente do banco, Manuela Mello, foi projetado para ser mais que um posto bancário; ele funciona como um centro de acolhimento e fomento, onde comerciantes e moradores podem trocar experiências, tirar dúvidas e organizar reuniões voltadas ao empreendedorismo local.
Na prática, a chegada do banco já altera a perspectiva de quem vive e trabalha na localidade. Comerciantes como, Adriana Tavares celebra a oportunidade de ampliar suas vendas ao aceitar a mumbuca em seus estabelecimentos, enquanto a moradora Patrícia Santos destaca o ganho em qualidade de vida e acessibilidade. Ao encurtar a distância entre o poder público e o usuário final, a agência do Barroco não apenas facilita transações financeiras, mas oxigena o comércio de bairro e reafirma o papel de Maricá como referência global em economia circular e justiça social.
O secretário Matheus Gaúcho reforçou que a iniciativa é uma ferramenta de democratização, permitindo que a população utilize a moeda social no seu cotidiano de forma muito mais prática. Essa visão é compartilhada pelo coordenador-executivo Diego Quaquá, que vê na nova agência uma resposta necessária ao crescimento acelerado de Itaipuaçu, unindo o progresso urbano ao fortalecimento das políticas sociais. O espaço, segundo a presidente do banco, Manuela Mello, foi projetado para ser mais que um posto bancário; ele funciona como um centro de acolhimento e fomento, onde comerciantes e moradores podem trocar experiências, tirar dúvidas e organizar reuniões voltadas ao empreendedorismo local.
Na prática, a chegada do banco já altera a perspectiva de quem vive e trabalha na localidade. Comerciantes como, Adriana Tavares celebra a oportunidade de ampliar suas vendas ao aceitar a mumbuca em seus estabelecimentos, enquanto a moradora Patrícia Santos destaca o ganho em qualidade de vida e acessibilidade. Ao encurtar a distância entre o poder público e o usuário final, a agência do Barroco não apenas facilita transações financeiras, mas oxigena o comércio de bairro e reafirma o papel de Maricá como referência global em economia circular e justiça social.
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