Um novo relatório das Nações Unidas indica que o cenário de riscos globais mudou significativamente nos últimos dois anos. Conflitos e guerras passaram ao centro das preocupações, enquanto avanços tecnológicos e riscos econômicos ganharam importância. Ao mesmo tempo, a percepção sobre a capacidade das instituições multilaterais de responder a esses desafios diminuiu em diversas áreas.
Baseado em pesquisa com cerca de 1,3 mil representantes de governos, empresas, sociedade civil e do sistema ONU, o estudo avaliou 28 riscos globais em cinco categorias — política, tecnologia, economia, meio ambiente e sociedade — considerando probabilidade, gravidade, velocidade de materialização e preparo do sistema multilateral.
Mudança de foco: do meio ambiente para a geopolítica
Em 2024, as maiores preocupações eram meio ambiente, desinformação e pandemias. Em 2026, os riscos geopolíticos ganharam destaque. O relatório define vulnerabilidade global como a grande diferença entre a importância de um risco e a capacidade percebida das instituições multilaterais de responder a ele.
Riscos políticos lideram vulnerabilidades
Todos os riscos políticos foram considerados mais importantes que em 2024, enquanto a percepção sobre a preparação multilateral caiu em quase todos os casos. O risco de guerra em larga escala se destaca: aumentou em importância e teve a maior queda na percepção de capacidade de resposta multilateral.
Tecnologia: IA e cibersegurança preocupam
A preparação multilateral para riscos tecnológicos segue baixa. Aumentou significativamente a importância atribuída a riscos relacionados à inteligência artificial, tecnologias de fronteira e concentração de poder impulsionada pela tecnologia. Preocupações com cibersegurança permanecem, com compreensão ainda limitada desses riscos.
Economia e meio ambiente
Riscos econômicos também ganharam espaço, com quatro dos cinco avaliados considerados mais importantes que em 2024. A possibilidade de crise financeira global aparece como destaque. Já os riscos ambientais foram considerados um pouco menos importantes, mas a preparação multilateral continua desigual. A inação diante da mudança do clima segue como risco global de maior importância.
Riscos sociais em segundo plano
Diminuiu a preocupação com novas pandemias, movimentos em massa de pessoas e proliferação de atores não estatais. O sistema multilateral é considerado mais preparado para responder a esses riscos do que há dois anos.
O relatório busca oferecer uma visão compartilhada e baseada em evidências para que ações sejam tomadas antes que os riscos atuais se transformem em crises.
Baseado em pesquisa com cerca de 1,3 mil representantes de governos, empresas, sociedade civil e do sistema ONU, o estudo avaliou 28 riscos globais em cinco categorias — política, tecnologia, economia, meio ambiente e sociedade — considerando probabilidade, gravidade, velocidade de materialização e preparo do sistema multilateral.
Mudança de foco: do meio ambiente para a geopolítica
Em 2024, as maiores preocupações eram meio ambiente, desinformação e pandemias. Em 2026, os riscos geopolíticos ganharam destaque. O relatório define vulnerabilidade global como a grande diferença entre a importância de um risco e a capacidade percebida das instituições multilaterais de responder a ele.
Riscos políticos lideram vulnerabilidades
Todos os riscos políticos foram considerados mais importantes que em 2024, enquanto a percepção sobre a preparação multilateral caiu em quase todos os casos. O risco de guerra em larga escala se destaca: aumentou em importância e teve a maior queda na percepção de capacidade de resposta multilateral.
Tecnologia: IA e cibersegurança preocupam
A preparação multilateral para riscos tecnológicos segue baixa. Aumentou significativamente a importância atribuída a riscos relacionados à inteligência artificial, tecnologias de fronteira e concentração de poder impulsionada pela tecnologia. Preocupações com cibersegurança permanecem, com compreensão ainda limitada desses riscos.
Economia e meio ambiente
Riscos econômicos também ganharam espaço, com quatro dos cinco avaliados considerados mais importantes que em 2024. A possibilidade de crise financeira global aparece como destaque. Já os riscos ambientais foram considerados um pouco menos importantes, mas a preparação multilateral continua desigual. A inação diante da mudança do clima segue como risco global de maior importância.
Riscos sociais em segundo plano
Diminuiu a preocupação com novas pandemias, movimentos em massa de pessoas e proliferação de atores não estatais. O sistema multilateral é considerado mais preparado para responder a esses riscos do que há dois anos.
O relatório busca oferecer uma visão compartilhada e baseada em evidências para que ações sejam tomadas antes que os riscos atuais se transformem em crises.
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