Maricá recebe encontro anual da Associação Brasileira de Planetários em Itaipuaçu

Entre os dias 21 e 25 de setembro, a cidade de Maricá será o centro das atenções da comunidade científica brasileira ao sediar o XXIX Encontro da Associação Brasileira de Planetários (ABP). Realizado no Planetário de Itaipuaçu, o evento conta com o apoio estratégico da Prefeitura de Maricá, por meio do Instituto de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTIM), e tem como objetivo principal reunir pesquisadores, profissionais e instituições de todo o país para discutir o papel fundamental dos planetários na disseminação do conhecimento.

Nesta edição, o encontro propõe uma reflexão profunda sob o tema “O Território como Espaço de Popularização”. A proposta busca conectar a astronomia à cultura local e aos saberes populares, transformando os espaços de aprendizagem em ambientes mais integrados à realidade da comunidade. Durante os cinco dias de atividades, os participantes debaterão práticas de ensino, extensão e as mais recentes inovações tecnológicas que moldam o setor no Brasil, visando a qualificação profissional e o fortalecimento da divulgação científica em território nacional.

A programação foi planejada para integrar especialistas e a sociedade civil, contando com dois dias de atividades abertas ao público e três dias voltados exclusivamente para associados da ABP e congressistas com trabalhos aprovados. Para os interessados em apresentar projetos científicos, o cronograma exige atenção aos prazos: o cadastro de interessados deve ser realizado até o dia 15 de maio, enquanto a submissão dos trabalhos científicos pode ser feita até o dia 17 de maio, através do link oficial de inscrições.

Ao receber um evento desta magnitude, Maricá reafirma seu compromisso com a inovação e o desenvolvimento educacional. A troca de experiências no Planetário de Itaipuaçu não apenas coloca o município na vanguarda do debate científico nacional, mas também abre portas para que a população local se aproxime da ciência de forma lúdica e acessível, transformando a observação do cosmos em uma ferramenta de inclusão social e valorização territorial.

Foto:Katito Carvalho

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