A Casa de Cultura de Maricá tornou-se palco de um diálogo necessário e urgente. Sob a provocação “Quem tem medo da potência feminina?”, a exposição “Mulheres em Pauta” reúne mais de 40 obras que transcendem a estética para ocupar o espaço da denúncia e da celebração da identidade feminina.
Realizada pela Secretaria de Cultura e das Utopias em parceria com o coletivo Giro Cultural, a mostra apresenta um mosaico de vivências através do olhar de 21 artistas, incluindo cinco homens que somam suas perspectivas ao debate.
A Arte como Grito e Sobrevivência
Para além das telas e esculturas, a exposição se destaca pelo compromisso social. As artistas presentes utilizam a matéria-prima para dar visibilidade a temas frequentemente varridos para debaixo do tapete.
Jack Nery, artista plástica, foca sua produção na continuidade da memória: “Trabalho a ideia de que, mesmo diante da violência, como o feminicídio, a história dessas mulheres continua”, explica, reforçando o papel da arte em romper silenciamentos históricos.
Sandra Cassimiro, artista visual, utiliza materiais descartáveis para materializar a figura da mulher sobrevivente. “Exponho sentimentos para dizer à sociedade que precisamos de mais proteção. Nosso movimento é para dialogar sobre a violência e reforçar a união em busca de melhorias”, afirma Sandra.
O Espaço e a Experiência
A curadoria dividiu as obras entre quadros, esculturas e instalações. Um dos diferenciais da mostra é um setor dedicado a trabalhos com abordagens mais ousadas, voltado para o público acima de 16 anos. A abertura do evento não se limitou às artes visuais, contando com uma programação pulsante de saraus e performances que reforçaram o tom de ocupação cultural do Centro de Maricá.
Serviço:
A exposição é uma oportunidade única de prestigiar a produção local e refletir sobre o papel da mulher na sociedade contemporânea.
Onde: Casa de Cultura de Maricá (Centro).
Até quando: 14 de março.
Horários: Segunda a sexta: 09h às 17h.
Sábados: 09h às 13h.
Abertura Especial: No domingo, 8 de março (Dia Internacional da Mulher), a galeria abrirá excepcionalmente das 09h às 13h.
Classificação: 16 anos.
Realizada pela Secretaria de Cultura e das Utopias em parceria com o coletivo Giro Cultural, a mostra apresenta um mosaico de vivências através do olhar de 21 artistas, incluindo cinco homens que somam suas perspectivas ao debate.
A Arte como Grito e Sobrevivência
Para além das telas e esculturas, a exposição se destaca pelo compromisso social. As artistas presentes utilizam a matéria-prima para dar visibilidade a temas frequentemente varridos para debaixo do tapete.
Jack Nery, artista plástica, foca sua produção na continuidade da memória: “Trabalho a ideia de que, mesmo diante da violência, como o feminicídio, a história dessas mulheres continua”, explica, reforçando o papel da arte em romper silenciamentos históricos.
Sandra Cassimiro, artista visual, utiliza materiais descartáveis para materializar a figura da mulher sobrevivente. “Exponho sentimentos para dizer à sociedade que precisamos de mais proteção. Nosso movimento é para dialogar sobre a violência e reforçar a união em busca de melhorias”, afirma Sandra.
O Espaço e a Experiência
A curadoria dividiu as obras entre quadros, esculturas e instalações. Um dos diferenciais da mostra é um setor dedicado a trabalhos com abordagens mais ousadas, voltado para o público acima de 16 anos. A abertura do evento não se limitou às artes visuais, contando com uma programação pulsante de saraus e performances que reforçaram o tom de ocupação cultural do Centro de Maricá.
A exposição é uma oportunidade única de prestigiar a produção local e refletir sobre o papel da mulher na sociedade contemporânea.
Onde: Casa de Cultura de Maricá (Centro).
Até quando: 14 de março.
Horários: Segunda a sexta: 09h às 17h.
Sábados: 09h às 13h.
Abertura Especial: No domingo, 8 de março (Dia Internacional da Mulher), a galeria abrirá excepcionalmente das 09h às 13h.
Classificação: 16 anos.
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