O coração de Maricá bate hoje no ritmo do surdo de primeira. Sexta escola a cruzar a Passarela do Samba, nesta segunda noite de desfiles da Série Ouro, a União de Maricá entra na Avenida não apenas para disputar uma vaga no Grupo Especial, mas para cravar um marco na historiografia do Carnaval carioca com o enredo “Berenguendém e Balangandãs”.
Sob a batuta criativa de Leandro Vieira, a agremiação promete transformar o Sambódromo em uma vitrine de luxo e resistência. O enredo mergulha no universo da joalheria negra brasileira, resgatando a dignidade e a autonomia das mulheres escravizadas e libertas que, através de seus adornos, teceram redes de proteção e poder econômico.
A Estética da Liberdade
Diferente das narrativas que focam apenas na dor do período colonial, a União de Maricá aposta na exaltação. Segundo o carnavalesco, os balangandãs não eram meros acessórios, mas "escudos de fé e símbolos de uma liberdade conquistada centavo a centavo".
Alegorias: Prometem um acabamento refinado, fugindo do óbvio e trazendo referências à ourivesaria artesanal.
Fantasias: Devem apresentar uma paleta de cores que remete aos metais preciosos e às contas de proteção.
Harmonia: O canto da comunidade, fortalecido pelos ensaios massivos em locais como a Orla de Itaipuaçu, é a grande aposta para garantir a nota máxima.
Do Município para o Mundo
O apoio da Prefeitura de Maricá tem sido um pilar fundamental para a estruturação da escola, que hoje é vista como uma das potências emergentes do Carnaval. Para os moradores que acompanharam os ensaios técnicos, a sensação é de pertencimento.
A escola será a antepenúltima a desfilar, posição considerada estratégica para manter o público e os jurados atentos.
FICHA TÉCNICA:
Fundação: 26/05/2015
Cores: Vermelho, Amarelo Ouro, Azul e Branco
Presidente: Matheus Santos
Vice-Presidente: William Maturana
Presidente de Honra: Washington Quaquá
Direção de carnaval: Wilsinho Alves
Direção de harmonia: Mauro Amorim
Carnavalesco: Leandro Vieira
Intérprete: Zé Paulo Sierra
Primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira: Fabrício Pires e Giovanna Justo
Mestre de bateria: Paulinho Steves
Rainha de bateria: Raiane Dumont
Coreógrafo da comissão de frente: Patrick Carvalho
Sob a batuta criativa de Leandro Vieira, a agremiação promete transformar o Sambódromo em uma vitrine de luxo e resistência. O enredo mergulha no universo da joalheria negra brasileira, resgatando a dignidade e a autonomia das mulheres escravizadas e libertas que, através de seus adornos, teceram redes de proteção e poder econômico.
A Estética da Liberdade
Diferente das narrativas que focam apenas na dor do período colonial, a União de Maricá aposta na exaltação. Segundo o carnavalesco, os balangandãs não eram meros acessórios, mas "escudos de fé e símbolos de uma liberdade conquistada centavo a centavo".
Alegorias: Prometem um acabamento refinado, fugindo do óbvio e trazendo referências à ourivesaria artesanal.
Fantasias: Devem apresentar uma paleta de cores que remete aos metais preciosos e às contas de proteção.
Harmonia: O canto da comunidade, fortalecido pelos ensaios massivos em locais como a Orla de Itaipuaçu, é a grande aposta para garantir a nota máxima.
Do Município para o Mundo
O apoio da Prefeitura de Maricá tem sido um pilar fundamental para a estruturação da escola, que hoje é vista como uma das potências emergentes do Carnaval. Para os moradores que acompanharam os ensaios técnicos, a sensação é de pertencimento.
A escola será a antepenúltima a desfilar, posição considerada estratégica para manter o público e os jurados atentos.
Fundação: 26/05/2015
Cores: Vermelho, Amarelo Ouro, Azul e Branco
Presidente: Matheus Santos
Vice-Presidente: William Maturana
Presidente de Honra: Washington Quaquá
Direção de carnaval: Wilsinho Alves
Direção de harmonia: Mauro Amorim
Carnavalesco: Leandro Vieira
Intérprete: Zé Paulo Sierra
Primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira: Fabrício Pires e Giovanna Justo
Mestre de bateria: Paulinho Steves
Rainha de bateria: Raiane Dumont
Coreógrafo da comissão de frente: Patrick Carvalho
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